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Receita de Bolo de chocolate, amêndoa e pêra

Uma batedeira e um bolo

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Há objectos especiais. Coisas tão vivas que parece que respiram e pelas quais nutro um imenso carinho. São as minhas bonecas, confidentes do meu mundo encantado e cúmplices em todas as minhas histórias.

Há o rapa que um dia emprestei ao Oriol Balaguer, as formas da minha avó Leonor e alguns livros e cadernos de receitas antigos que me têm acompanhado ao longo deste caminho. Assim mesmo, a minha batedeira é A F-A-V-O-R-I-T-A, escrita sempre com maiúsculas e com uma enorme vantagem em relação às demais.

É uma Kenwood de pé, meia branca, meia descascada e que entretanto funciona com uns ganchos comprados a um preço ridículo pelo ebay. Mais do que isso, é uma batedeira com a qual tenho uma relação especial.

Foi na casa que aluguei em Palma quando fui estudar cozinha, que a descobri por acaso. (Há tanto tempo que queria ter uma assim…) Estava perdida à minha procura, no meio dos caixotes do arrumo, e é inevitável que não tenha por ela o sentimento de ter encontrado algo que estava à minha espera, como um destino ou uma coincidência estranha.

Gosto quando estamos as duas na cozinha porque não precisamos de falar para (de)bater sobremesas durante horas. Faz um merengue fantástico e mousses de lamber os dedos. Juntas começamos o Flagrante Delícia…o que é que posso dizer mais? É amor, como um bolo de chocolate partilhado.

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Receita de Pudim flan de abóbora

A magia de uma abóbora

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Estou eu, a Cinderela e a abóbora. Não sei se a transforme em pudim ou em carruagem…
A segunda hipótese seria muito mais óbvia.

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Diário

A pastelaria aplicada à informática

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A ventoinha do meu portátil avariou. Para não aquecer, tenho-o sobre uma rede de pastelaria.
Funciona.

Receita de Dióspiro com chèvre, pistácio verde e mel

Deliciosamente simples

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Quatro ingredientes reunidos num prato. Simples como duas bocas com fome.

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Receita de Scone familiar com passas

Vou ficar a fazer bolos.

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Domingo de manhã (já não é bem manhã mas, como é Domingo, as manhãs podem considerar-se mais compridas e estender-se até para lá do meio-dia). Disseram que o tempo ia piorar mas podem ter-se enganado. Olho para as frinchas da persiana à procura do pedaço de azul que me vai dar alento para sair da cama mas, na penumbra, os meus olhos não conseguem perceber nada e deixo-me a debater a dúvida até não aguentar a curiosidade.

Mal abro a porta, já sei que me espera o Paco a espreguiçar-se do outro lado. Igual a todos os dias. Tenho que parar dez minutos para lhe dar beijos, abraços e mimos sob pena de um amuo, com direito a brincos espalhados, formas pelo chão e trincas nos tornozelos.

A janela da sala diz-me o que queria saber e, apesar de algumas nuvens cinzentas, o céu não deixa margem para dúvidas: Foi um engano. Por momentos, fico confusa e, enquanto converso com o Paco, oscilo entre o plano para ficar na cozinha e o esperado e inesperado convite para sair…

Vou ficar a fazer bolos. Pré-aqueço o forno, pego no meu Paco e levo-o para a cama. Vai ser um dia de amor, não importa.

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