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Receita de Torta de merengue com chantilly e morangos

Imagina a Primavera…

É difícil explicar como passam os dias, um após o outro, com todas as suas horas, minutos e segundos até completar um ano. Explicar um ano sem percorrer todos os meses e estações obriga a um resumo muito bem feito.

Nunca fui dotada para o resumo porque sempre achei que, uma história no seu essencial são as palavras por que quase ninguém se interessa. Dizer que fui comprar morangos simplesmente, sem dizer como estava um dia de sol daqueles que nos abrem os olhos já com um sorriso, não me diz propriamente muito.

O essencial é o sol e o sorriso. Isso diz-me todas as coisas.

Hoje não há apenas uma torta, há um dia de Primavera por imaginar…

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Receita de Chibouste de manga com dacquoise de coco e frutas exóticas

Garota de Ipanema

Garota de Ipanema

Olha que coisa mais linda
Mais cheia de graça
É ela menina
Que vem e que passa
Num doce balanço, a caminho do mar
(…)

António Carlos Jobim e Vinicius de Moraes

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Receita de Macarrons de frutos vermelhos

Maio, mãe e macarrons

01

Poema à mãe

No mais fundo de ti
Eu sei que te traí, mãe.

Tudo porque já não sou
O menino adormecido
No fundo dos teus olhos.

Tudo porque ignoras
Que há leitos onde o frio não se demora
E noites rumorosas de águas matinais.

Por isso, às vezes, as palavras que te digo
São duras, mãe,
E o nosso amor é infeliz.

Tudo porque perdi as rosas brancas
Que apertava junto ao coração
No retrato da moldura.

Se soubesses como ainda amo as rosas,
Talvez não enchesses as horas de pesadelos.

Mas tu esqueceste muita coisa;
Esqueceste que as minhas pernas cresceram,
Que todo o meu corpo cresceu,
E até o meu coração
Ficou enorme, mãe!

Olha – queres ouvir-me? –
Às vezes ainda sou o menino
Que adormeceu nos teus olhos;

Ainda aperto contra o coração
Rosas tão brancas
Como as que tens na moldura;

Ainda oiço a tua voz:
Era uma vez uma princesa
No meio do laranjal…

Mas – tu sabes – a noite é enorme,
E todo o meu corpo cresceu.
Eu saí da moldura,
Dei às aves os meus olhos a beber.

Não me esqueci de nada, mãe.
Guardo a tua voz dentro de mim.
E deixo as rosas.

Boa noite. Eu vou com as aves.

Eugénio de Andrade

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Receita de Merengues com gelado de morango

Ânsia pela Primavera

016

A minha festa dura toda a semana…

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Receita de Hojarasca

Hojarasca con Manjar

“Morre lentamente quem se transforma em escravo do hábito; repetindo todos os dias os mesmos trajectos.”

Martha Medeiros

…hoje vou até à América do Sul…

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