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Receita de Bolo de chocolate branco

A Primavera tem destas coisas…

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Morangos, dias de sol e a mais pura felicidade!

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Receita de Bolo de laranja com morangos

Frutos

bolo de laranja com morangos

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Receita de Bolo de Alfarroba

Pôr o coração num bolo

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Não sou uma pessoa de dias disto ou daquilo. Para mim há o Natal, a Páscoa e os dias de aniversário, que são os mais importantes. Também gosto dos dias em que mudam as estações (principalmente quando começa o Verão), do dia de S. João e do dia da criança, porque é de todos e é sempre bom lembrar.

Ainda assim, acho graça a toda a euforia à volta destas comemorações e o dia de S.Valentim não foge à regra, com corações de todos os tamanhos, proporções e cores a navegarem na internet e pares apaixonados a jantar à luz das velas.

Quando vou para a cozinha, penso em ti e neste dia. Penso sempre em ti, todos os dias, e hoje é dia dos namorados. Sorrio e encho o meu coração com todas as coisas que já vivemos juntos, ponho-as num bolo de alfarroba com a certeza que vais sorrir também.

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Receita de Bolo de chocolate com recheio de bolachas caramelizadas

Dia de aniversário

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No meu plano há o bolo de chocolate com as velas acesas dos meus anos, relógios sem ponteiros e todas as flores que ainda não trouxe a Primavera.

Por hoje, o mundo é uma criação minha.

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Receita de Bolo de ananás e maçã

Chove torrencialmente nas Caraíbas

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Seria algo impensável, para mim, vestir um fato de treino por cima do pijama e fechar-me dentro de um casaco de carapuço mas, e para não deixar de me surpreender, foi exactamente o que eu fiz. Não me apetece nada sair, mas preciso de ir a uma mercearia comprar uns quantos ingredientes para bolos e parece que há uma do outro lado da rua.

“Chove torrencialmente nas Caraíbas, no tempo em que os Homens eram aborígenes e subiam ao tronco das árvores”- disse-me tantas vezes o meu pai. Não há um dia de chuva em que não pense nisto, por dentro, como no poema de José Gomes Ferreira recitado com emoção e na minha vontade de chorar (que ainda chora) de o ouvir dizer-mo assim.

Estanco à entrada do prédio a avaliar a distância da minha corrida. (Antes estivesse nas Caraíbas, mas resta-me o pior da história). Consigo a proeza de não pôr nenhuma pata na poça, o que já é bom, mesmo tendo chegado completamente encharcada.

Não sei se sou apenas eu que me sinto lastimável, ou se são os olhos arregalados da mulher, encostada aos tabuleiros da fruta. Tudo é cru neste cenário feito de prateleiras, compridas pela falta de coisas e trémulas sem o peso delas. Para além do açúcar branco, da farinha para bolos, alguns frascos de feijão e umas quantas latas de conservas, há pacotes de bolachas que eu podia jurar que já nem existiam. Lá ao fundo, a massa de letras que a minha avó punha na canja e que eu juntava em palavras na borda do prato, arroz carolino, garrafas de água do Lidl marcadas a mais uns cêntimos e uma grade de cerveja. De frescos, restam três caixas de maçãs Golden já com as primeiras rugas, meia dúzia de pêras Rocha e uma cesta de laranjas poeirenta…

Pago algumas maçãs e uma resignada lata de ananás em calda. Ganho consciência da vida e não peço mais nada. Na cozinha, tudo se transforma…

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