…de festa…

Hoje é o dia em que as nossas almas cantam.
Parabéns Miguel!
Bolo de Amêndoa com creme de mascarpone e toffee
Bolo de amêndoa
200g de manteiga
250g de açúcar
1 colher de chá de canela
Raspa 1 limão pequeno
1 colher de chá de baunilha
5 ovos
200g de farinha de trigo
1 colher de chá de fermento químico
150g de miolo de amêndoa pelada e picada
120 g de amêndoa laminada para a base das formas
Creme de mascarpone
Creme pasteleiro
300 ml de leite
200 ml de natas
100 g de açúcar
2 gemas
80 g de amído de milho
1 colher de chá de extracto de baunilha
415g de queijo mascarpone
Molho toffee
100 g de açúcar
25 g de manteiga
200 ml de natas
Amêndoa tostada
80 g de amêndoa laminada
Bolo de amêndoa:
Pré-aquecer o forno a 180º C.
Untar com manteiga e forrar com papel vegetal duas forma com cerca de 24 cm de diâmetro.
Bater a manteiga com o açúcar, a baunilha, a canela e a raspa de limão até que fique um preparado cremoso.
Juntar os ovos, um a um, batendo bem entre cada adição.
Mistura a farinha peneirada com o fermento, a canela e a raspa de limão, batendo apenas até que a massa fique homogénea.
Misturar a amêndoa picada.
Dividir a amêndoa laminada em duas partes e espalhar na base de cada forma.
Dividir a massa pelas formas, alisando a superfície.
Cozer durante cerca de 20-25 minutos.
Desenformar e deixar arrefecer sobre uma grade de pastelaria.
Creme pasteleiro:
Numa taça, misturar o açúcar e o amído de milho. Juntar as gemas, a baunilha e leite suficiente para dissolver a mistura.
Misturar o restante leite e as natas num tacho e levar ao lume até ferver.
Verter sobre o primeiro preparado e coar.
Levar ao lume, sem parar de mexer, deixando ferver até engrossar.
Retirar do lume, verter o creme sobre um tabuleiro, tapar com película aderente rente à superfície (para que não se forme uma película dura de creme) e refrigerar.
Creme de mascarpone:
Misturar o creme pasteleiro com o mascarpone e bater até que fique cremoso.
Espalhar metade do creme sobre um dos bolos e cobrir com o outro bolo. Terminar com o creme restante.
Refrigerar o bolo.
Molho toffee:
Num tacho, levar o açúcar ao lume até que caramelize.
Ferver as natas.
Juntar a manteiga ao caramelo, sem parar de mexer.
Juntar as natas com cuidado, mexendo até que fique homogéneo.
Se ficar com grumos, pode triturar com uma varinha mágica e coar.
Refrigerar.
Verter em frio sobre o bolo.
Amêndoa tostada:
Pré-aquecer o forno a 160º C.
Espalhar as amêndoas sobre um tabuleiro de forno.
Deixar tostar até que fiquem douradas (cerca de 10 minutos).
Retirar do forno e deixar arrefecer completamente.
Distribuir as amêndoas sobre o bolo.
Este Natal teste o seu inglês

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Bolo inglês de chocolate
225 g de manteiga amolecida
200 g de açúcar mascavado claro
4 ovos
250 g de farinha de trigo
10 g de cacau
½ pacote individual de levedura química (8 g)
150 ml de rum
200 g de frutos secos (nozes, amêndoas, avelãs, etc)
100 g de chocolate negro de culinária cortado em pequenos pedaços
120 g de cerejas cristalizadas
Cerejas cristalizadas extra para decorar
Geleia de marmelo ou doce de alperce para pincelar
Pré-aquecer o forno a 250ºC.
Untar e polvilhar de farinha uma forma de bolo inglês com cerca de 26 cm de comprimento.
Picar os frutos secos e as cerejas grosseiramente.
Cortar o chocolate em pequenos pedaços.
Bater a manteiga com o açúcar, até que esteja uma mistura cremosa.
Adicionar os ovos, um a um, batendo bem entre cada adição.
Juntar a farinha peneirada com o cacau e o fermento e bater apenas até ligar todos os ingredientes.
Incorporar os frutos secos, a cereja e o chocolate com movimentos suaves, levantando a massa.
Deitar a massa na forma, alisando a superfície.
Colocar o bolo no forno e baixar a temperatura para 180ºC.
Quando se comece a formar uma crosta no bolo (10-15 minutos), fazer um golpe longitudinal na superfície do bolo.
Deixar cozer por aproximadamente 1 hora, comprovando com um palito que deve sair seco quando inserido no centro do bolo.
Retirar do forno e deixar arrefecer o bolo durante uns 10 minutos antes de desenformar.
Regar o bolo com o rum e pincelar com a geleia.
Enfeitar com cerejas cristalizadas.
Deixar arrefecer completamente.
Guardar o bolo refrigerado coberto com papel aderente (conserva-se 1 a 2 semanas) e preparar preferentemente 4 dias antes de comer.
Retirar do frigorífico cerca de 30 minutos/1 hora antes de comer.

Alegria!

A aletria não podia faltar à mesa do Natal da avó Leonor. Era uma aletria muito amarela, que se podia cortar em fatias e que nunca mais me lembro de comer.
Era especialmente feita para o meu avô Alfredo e, não bastasse a crença profunda de que um homem se conquista pelo estômago, tinha aquela dose mágica de um amor especial.
A aletria também não vai faltar ao nosso Natal… com todo o amor que merece.

Aletria
150 g de aletria
800 ml de leite
200 ml de natas
200 g de açúcar
Raspa de ½ limão
1 pau de canela
8 gemas
50 g de manteiga amolecida
Canela moída para polvilhar
Desfazer os novelos de aletria com as mãos, para que toda a massa fique solta e possa cozer uniformemente.
Pôr ao lume uma panela com água até que comece a ferver.
Colocar o leite, as natas, o açúcar e os aromatizantes num tacho e levar ao lume até que comece a ferver.
Deitar a aletria na água e deixar ferver durante cerca de cinco minutos.
Retirar do lume, escorrer bem e deitar na panela com o leite já a ferver deixando cozer cerca de 5 a dez minutos.
Bater as gemas ligeiramente numa taça e adicionar-lhes um pouco do leite quente, mexendo bem.
Juntar as gemas ao leite, sem parar de mexer e levar ao lume apenas para que cozam (não deixar ferver) durante cerca de um a dois minutos.
Retirar do lume, juntar a manteiga e mexer até homogeneizar.
Colocar a aletria num prato, deixar arrefecer e polvilhar com canela moída.
A cinco receitas do Natal…
Entremos, apressados, friorentos,
Numa gruta, no bojo de um navio,
Num presépio, num prédio, num presídio,
No prédio que amanhã for demolido…
Entremos, inseguros, mas entremos.
Entremos, e depressa, em qualquer sítio,
Porque esta noite chama-se Dezembro,
Porque sofremos, porque temos frio.
Entremos, dois a dois: somos duzentos,
Duzentos mil, doze milhões de nada.
Procuremos o rastro de uma casa,
A cave, a gruta, o sulco de uma nave…
Entremos, despojados, mas entremos.
De mãos dadas talvez o fogo nasça,
Talvez seja Natal e não Dezembro,
Talvez universal a consoada.
Rabanadas
3 ovos
12 fatias de pão de cacete de véspera com cerca de 1,5 cm de espessura.
400 ml de leite
1 raspa de limão
Óleo de girassol para fritar
Calda
400 ml de água
600 g de açúcar
1 raspa de limão
1 pau de canela
Bater os ovos numa taça.
Levar o leite e a raspa de limão ao lume num tacho até ferver. Retirar o leite do lume.
Mergulhar as fatias de pão no leite, de forma a ficarem bem ensopadas e colocar num prato.
Passar as fatias de pão por ovo e fritar até que fiquem douradas de ambos os lados.
Colocar as rabanadas numa taça.
Num tacho, misturar o açúcar com a água e os aromatizantes e deixar ferver até que o açúcar se dissolva completamente.
Retirar do lume e verter a calda sobre as rabanadas.
O rei na barriga

Nem posso acreditar em como os meus gostos foram mudando ao longo da minha vida. Não gostava de doces tradicionais ou doces feitos em épocas festivas e os Natais foram passando por mim sem que tivesse qualquer entusiasmo com as frutas cristalizadas, os frutos secos, as gemas e os excessos de açúcar.
O bolo-rei sempre foi um daqueles bolos… tirar-lhe todas as frutas era um trabalho minucioso, pouco compensador e que me fazia facilmente perder a paciência….
As fatias esburacadas remendavam-se com queijo e, à medida que o comia, ia eliminando as provas de um desperdício que quase sempre me custava um raspanete.
Agora, não o dispenso e este ano já ninguém mo tira…
Bolo-rei
10 g de fermento de padeiro
30 g de farinha de trigo T55
25 ml de leite tépido
25 ml de vinho do Porto
40 g de uvas passas
40 g de manteiga
40 g de açúcar
Raspa fina de ¼ de limão
Raspa fina de ¼ de laranja
Meia colher de chá de extracto de baunilha
1 ovo
160 g de farinha T55
¼ de colher de chá de sal fino
50 g de frutas cristalizadas cortadas em pequenos pedaços
50 g de frutos secos grosseiramente picados
1 gema de ovo
Um pouco de água
Frutas cristalizadas e frutos secos para decorar
Geleia
Açúcar em pó
Desfazer o fermento no leite e juntar a farinha numa taça
mexendo até que fique uma massa homogénea. Tapar a taça com película aderente e deixar levedar num lugar temperado por cerca de 15-20 minutos ou até que duplique de volume e forme bolhas.
Entretanto misturar as passas com o vinho e deixar macerar.
Bater a manteiga com o açúcar, as raspas de limão e laranja e a baunilha até que fique um preparado cremoso e esbranquiçado.
Juntar o ovo e bater bem.
Colocar o gancho de amassar na batedeira e juntar a primeira massa, já fermentada, amassando a velocidade média.
Juntar a farinha peneirada com o sal, até que esteja perfeitamente incorporada.
Juntar o vinho e as passas e continuar a bater a velocidade média por cerca de 20-25 minutos ou até que a massa esteja elástica (pode ser necessário juntar mais um pouco de farinha se a massa estiver muito mole).
Juntar as frutas cristalizadas e os frutos secos e bater apenas até que estejam uniformemente misturados na massa.
Retirar a massa da batedeira e formar uma bola, polvilhando-a ligeiramente de farinha.
Colocar a bola de massa sobre uma taça polvilhada com farinha e tapar com película aderente.
Deixar a massa levedar num local temperado durante cerca de 1h30 ou até que a massa tenha duplicado de volume.
Retirar a massa da taça, amassar ligeiramente para extrair todo o ar que se formou durante a fermentação.
Formar um rolo com a massa e colocá-lo de forma circular, unido as pontas.
Colocar sobre um tabuleiro de forno forrado com papel vegetal e deixar levedar novamente num local temperado durante cerca de 1h30 minutos ou até que tenha duplicado de volume.
Pré-aquecer o forno a 180º C.
Diluir a gema com um pouco de água e pincelar o bolo.
Colocar as frutas e os frutos secos de forma harmoniosa sobre a superfície do bolo.
Cozer durante cerca de 25 minutos ou até que esteja dourado.
Retirar do forno e pincelar com geleia diluída num pouco de água para dar brilho.
Polvilhar com açúcar em pó.
Adaptado de Maria de Lourdes Modesto.













